
A S.A.R.N.A. (Senhor Anselmo Revolution News Agency) acaba de, em nota de última hora, confirmar aquilo que já todos (à excepção de milhões de pessoas) suspeitávamos há muito tempo: existem fortes lobbies de pressão com a missão de fazer com que o próximo fumo branco que saia da chaminé do Vaticano não seja o barbecue da Páscoa ou Bento XVI a fumar o seu cacete às escondidas, mas sim o anúncio de que o Padre Borga é Papa! Habemus Papa, gritarão uns… Habemus Borga exultarão outros…
A imagem do Padre Borga criou tal consenso entre sectores à partida conflituantes que a aposta é mesmo para levar até ao fim! Uma imagem de padreco-cantor-bem-disposto-animador-da-Praça-da-Alegria-tolerante-bonacheirão-põe-tua-mão-na-mão-do-meu-Senhor veio mesmo a calhar: o Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, tem uma fé profunda em que, após a entrada de Borga no Vaticano, o espaço envolvente venha a sofrer alterações de modo a que a Praça de S. Pedro se venha a tornar a Feira de S. Pedro (todas as 4ªs Feiras…) e, desse modo, equilibrar a balança comercial comercializando em massa produtos 100% produção nacional. Já a comunidade gay (normalmente de candeias às avessas com a Igreja), vê neste liberal uma oportunidade de rumar à aceitação, propondo mesmo um nome para o Papa: Mabilha I. No sector das artes, todos os músicos regozijam em ter um colega seu em tão alto cargo e as peregrinações vão dar lugar ao Hóstia Metal Fest a realizar todos os santos anos. Inclusivamente os grupos corais e sinfónicos das eucaristias poderão vir a ser substituídos por uma onda “revival” que dará novo brilho a glórias nubladas como Green Windows ou Quarteto 1111, As Doce ou Heróis do Mar.
Quanto ao nome a escolher por Padre Borga muito se especula: a acrescentar à proposta da comunidade gay, temos o sector alimentício que pressiona com Papa Cerelac I (facção rebelde) ou Nestum I (os mais eruditos); Gilberto Madaíl alega que, sendo Portugal o país do Fado, Futebol e Fátima e que Papa Amália fica mal e que Fátima vai deixar de ser importante, oscila entre Papa Figo I e Papa Ronaldo I, sendo que Eusébio não se enquadra no perfil de Borga, uma vez que, pese embora o seu leque de truques e fintas, não surge em público com uma toalha enrolada ao punho…
Instado a pronunciar-se o Padre Borga referiu à Psicasténica “Kumbayá Senhor, Kumbayáááááááááááááááááá´!”.
SUB-LODO
A imagem do Padre Borga criou tal consenso entre sectores à partida conflituantes que a aposta é mesmo para levar até ao fim! Uma imagem de padreco-cantor-bem-disposto-animador-da-Praça-da-Alegria-tolerante-bonacheirão-põe-tua-mão-na-mão-do-meu-Senhor veio mesmo a calhar: o Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, tem uma fé profunda em que, após a entrada de Borga no Vaticano, o espaço envolvente venha a sofrer alterações de modo a que a Praça de S. Pedro se venha a tornar a Feira de S. Pedro (todas as 4ªs Feiras…) e, desse modo, equilibrar a balança comercial comercializando em massa produtos 100% produção nacional. Já a comunidade gay (normalmente de candeias às avessas com a Igreja), vê neste liberal uma oportunidade de rumar à aceitação, propondo mesmo um nome para o Papa: Mabilha I. No sector das artes, todos os músicos regozijam em ter um colega seu em tão alto cargo e as peregrinações vão dar lugar ao Hóstia Metal Fest a realizar todos os santos anos. Inclusivamente os grupos corais e sinfónicos das eucaristias poderão vir a ser substituídos por uma onda “revival” que dará novo brilho a glórias nubladas como Green Windows ou Quarteto 1111, As Doce ou Heróis do Mar.
Quanto ao nome a escolher por Padre Borga muito se especula: a acrescentar à proposta da comunidade gay, temos o sector alimentício que pressiona com Papa Cerelac I (facção rebelde) ou Nestum I (os mais eruditos); Gilberto Madaíl alega que, sendo Portugal o país do Fado, Futebol e Fátima e que Papa Amália fica mal e que Fátima vai deixar de ser importante, oscila entre Papa Figo I e Papa Ronaldo I, sendo que Eusébio não se enquadra no perfil de Borga, uma vez que, pese embora o seu leque de truques e fintas, não surge em público com uma toalha enrolada ao punho…
Instado a pronunciar-se o Padre Borga referiu à Psicasténica “Kumbayá Senhor, Kumbayáááááááááááááááááá´!”.
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